ENREDO

Normandia, 1819. Jeanne Le Perthuís des Vauds, recém saída do convento onde estudou e se formou e ainda com os acalentados sonhos de infância, retoma à casa dos pais no campo. Lá conhece o Visconde Julien de Lamare e encantada com os seus modos gentis, se casa com ele. Mas logo ela descobre a verdadeira identidade dele: mesquinho, brutal e infiel. É o início de uma luta contra o machismo e a submissão das mulheres da comunidade e pela própria liberdade.

FICHA TÉCNICA

UNE VIE
FRANÇA, 2017
Direção: STÉPHANE BRIZÉ
Roteiro: Brizé/Florence Vignon, baseado no romance Une Vie, de Guy de Mausássant
Elenco: Judith Chemla, Jean-Pierre Darroussin e Yolande Moreau
Fotografia: Antoine Heberlé
Montagem: Anne Klotz
Música:
Drama feminista
1h59 minutos
12 anos
Mares Filmes

O FILME E O DIRETOR

Terceira adaptação do romance Une Vie (1883), do escritor e poeta francês Guy de Maupassant (1850-1893), conquistou os Prêmios Louis Delluc de Melhor Filme Francês; e o Prêmio Fipresci (Crítica Internacional) no Festival de Veneza-2016. As adaptações foram Onna no Isshô (Japão, 1928), de Yoshinobu Ikeda; e Une Vie (França, 2005), de Élisabeth Rappeneau para a televisão. 7º trabalho de Stephane Brizé, 51, que preservou a predileção de Mauspassant para as situações psicológicas e de crítica social com técnica realista.

AS PALAVRAS DE BRIZÉ

ESTA HISTÓRIA NÃO É UMA HISTÓRIA SOBRE A CONDIÇÃO DAS MULHERES NO DIA 19. SE FOSSE ESSE O CASO, NÃO ESTOU INTERESSADA PORQUE NÃO IRIA DIZER NADA DA MINHA RELAÇÃO COM O MUNDO E DO NOSSO TEMPO, MESMO QUE ALGUMAS MULHERES ENFRENTEM RESTRIÇÕES SOCIAIS NO MUNDO. ESTOU INTERESSADA NESTE ROMANCE POIS RESSOA COMIGO ENTRE ECOS PORQUE JEANNE É ATEMPORAL. O FATO REFERE-SE, AQUI, A UNIVERSALIDADE DA MULHER PARA MIM
Stèphane Brizé, cineasta

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CIDADES E HORÁRIOS

PRÉ-ESTREIA EM 13 DE JULHO

CIRCUITO A DEFINIR

A OPINIÃO DA CRÍTICA

Stéphane Brizé (…) adapta com sensibilidade o romance de Mauspassant e assina um filme de uma grande modernidade, dotado de trabalho sonoro, Visual e uma interpretação notável
Anne-Claire Cieutat, Band a Part

We warm to Jeanne’s plight not because it is so relatable or familiar, but rather because every turn feels so vivid and so enveloping.
Justin Chang, Los Angeles Times

Uma adaptação forte e sensata do romance de Maupassant, ambos fiéis na mente e muito pessoal em forma, e de uma sutileza rara, à imagem de uma espantosa Judith Chemla
Jean Serroy, Le Dauphiné Libéré

The rare period piece that feels observed rather than pretended, Stéphane Brizé’s “A Woman’s Life” finds the prolific French filmmaker applying his ruggedly naturalistic style to some very different source material.
David Ehrlich,  indieWire

The power of Mr. Brizé’s film – and of Ms. Chemla’s quietly volcanic performance – lies partly in the way ordinary disasters erupt in Jeanne’s life, at once challenging her passivity and emphasizing her helplessness.
A.O. Scott, New York Times

An emotionally resonating, mesmerizing, and haunting drama that offers both style and substance.
Avi Offer, NYC Movie Guru