ENREDO

Far’Hook, jovem rapper de 20 anos, após um acerto de contas, é obrigado a sair de Paris por algum tempo. Seu produtor, Bilal, que cuida do pai, Serge, pedreiro apaixonado pela pintura e que viajará pelos portos seguindo os passos do pintor Joseph Vernet, pede o acompanhe. Evidencia-se, entre eles, o choque de gerações e culturas, mas apesar disso, há possibilidade de sugir uma amizade improvável entre o rapper promissor e o pedreiro durante a jornada.

FICHA TÉCNICA

TOUR DE FRANCE
FRANÇA, 2016
Direção/Roteiro: RACHID DJAÏDANI
Elenco: Gérard Depardieu, Sadek, Louise Grinberg, Nicolas Marétheu e Mabô Kouyaté
Montagem: Luc Pagès
Montagem: Nelly Quettier
Comédia Dramática
95 minutos
12 anos
Bonfilm

O FILME E O DIRETOR

Segundo longa-metragem do francês Rachid Djaïdani e o primeiro a chegar aos cinemas brasileiros. Durante anos Rachid desenvolveu a ideia de um argumento que reunisse pessoas conflituosamente antagônicas e agarrou-se à ideia de um encontro e convivência obrigatória entre um “bad boy” e um fascista, mas acabou por abandoná-la pela complexidade, optando por personagens mais realistas. Em 2012, durante um encontro no Festival de Cannes, a produtora Anne-Dominique Toussaint, aprovou o projeto, o qual se tornou realidade no ano passado.

AS PALAVRAS DE RACHID

A IDEIA E DE QUE É ASSISTINDO AO OUTRO QUE NÓS EXISTIMOS, MAS (…) QUE O OUTRO TAMBÉM ESTÁ NOS ASSISTINDO. QUANDO TUDO É DITO E FEITO, A VERDADE É AMOR. É MUITO IMPORTANTE QUE SEJAMOS CAPAZES DE OLHAR DE UM PARA O OUTRO, AMAR UNS AOS OUTROS E SOPRAR NOSSOS PRECONCEITOS MISERÁVEIS. ALGUMAS RECONCILIAÇÕES SÃO POSSÍVEIS, OUTRAS NUNCA SERÃO, MAS O QUE EU GOSTO DE FAZER É FALAR SOBRE BOAS INTENÇÕES E ASSUMO TOTAL RESPONSABILIDADE POR ISSO (…) PESSOAS FALAM SOBRE “BOAS INTENÇÕES” COMO ALGO NEGATIVO, MAS AS BOAS INTENÇÕES SÃO NECESSÁRIAS – NO FILME E NA ARTE
Rachid Djaïdane, cineasta

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CIDADES E HORÁRIOS

ESTREIA EM 03 DE AGOSTO

CIRCUITO A DEFINIR

OPINIÃO DA CRÍTICA

TOUR DE FRANCE DIZ COM SIMPLICIDADE COMO A INCOMPREENSÃO PODE SE TORNAR UM LAÇO FORTE. NUNCA É INSÍPIDO. O JOVEM SADEK ESTÁ IMPECÁVEL. DEPARDIEU PASSA ESSA MENSAGEM COM UMA ELEGANTE EFICÁCIA
Pierre Vavasseur,Le Parasien/França

ESSA NARRATIVA DE INICIAÇÃO ENGLOBA UMA SINCERIDADE E UMA ESPONTANEIDADE RARAS. DAQUELAS QUE CHEGAM A ULTRAPASSAR OS CLICHÊS PARA RESULTAR NUM FILME COM EMOÇÕES VIVAS, FORTE E FRÁGIL AO MESMO TEMPO, ONDE CONVIVEM O HUMOR, A NOSTALGIA E O ESTADO DE UMA SOCIEDADE QUE VAI MAL
Stéphanie Belpêche, Le Journal du Dimanche

UMA ODE À TOLERÂNCIA COMOVENTE
Télé 2 Semaines

O CHOQUE ENTRE GÉRARD DEPARDIEU E SADEK FAZ REALMENTE FAÍSCAS. ACREDITAMOS NA AMIZADE QUE SE FORMA ENTRE O FRANCÊS MAL-HUMORADO E O RAPAZ DO CONJUNTO HABITACIONAL OBRIGADO A SE MANTER NA LINHA APÓS TER CRIADO CONFUSÃO COM UM COLEGA. O DESEMPENHO DO « GÉGÉ » NACIONAL É GRANDEMENTE RESPONSÁVEL POR ESSE SUCESSO
Caroline Vié, 20 minutes

INOCENTE? SIM, MAS É JUSTAMENTE ISSO. RACHID DJAÏDANI USA UMA ARMA SENSACIONAL: A CANDURA. POR QUE NÃO HAVERIA UMA FRATERNIDADE ENTRE OS CONDENADOS DA TERRA, SOBREVIVENTES DE UM MUNDO OPERÁRIO DESINTEGRADO E REPRESENTANTES DE UMA JUVENTUDE NUNCA INTEGRADA?
Guillemette Odicino, Télérama

SEM IRONIA, SEM JULGAMENTO: CADA UM SE ENTREGA E SE LIVRA DESSAS PALAVRAS (OU DE SEUS MALES) SEM QUE SE SINTA A MENOR SOMBRA DE UM DISCURSO ESCLARECEDOR. ESTIGMATIZANTE. PESADO. UMA FELICIDADE!
Ariane Allard, Positif

Finamente escrita e filmada, essa comédia humanista se baseia num Gégé genial e no muito talentoso Sadek. Seus textos são uma revelação, e a excursão deles, um deleite.”
Alain Spira, Paris Match