ENREDO

Goiás Velho, cidade interiorana. Irene (Bittencourt), 13, filha do meio de uma família tradicional, um dia descobre que o pai (Ricca) tem uma filha fora do casamento, também chamada Irene (Torres) e com a sua idade. Entre a revolta e a rejeição, sem revelar sua identidade, aproxima-se da meia-irmã e a sua mãe para saber quem são, quais seus objetivos. É o início do entendimento do mundo dos adultos, mentiras e segredos. E esse processo passa, também, pela descoberta da sexualidade.

FICHA TÉCNICA

BRASIL, 2017
Direção/Roteiro: FÁBIO MEIRA
Elenco: Isabela Torres, Priscila Bittencourt, Inês Peixoto, Marco Ricca, Susana Ribeiro e Teuda Bara
Fotografia: Daniela Cajías
Montagem: Virginia Flores
Música: Edson Secco
90 minutos
Drama
14 anos
Vitrine Filmes

O FILME E O DIRETOR

Filmado em Goiás Velho, interior de Goiás, com um orçamento de R$ 4 milhões; vencedor de 4 Kikitos (Melhor Roteiro, Ator Coadjuvante para Marco Ricca; Direção de Arte e o Prêmio da Crítica) do Festival de Gramado-2017; Melhor filme e Melhor Filme Ibero-Americano no Festival de Guadalajara; e Melhor Filme Jovem do Festival de San Diego/EUA-2017, marca a estreia de Fábio Meira, 38, assistente de Ruy Guerra em O Veneno da Madrugada (2004), que passou 8 anos para levar para a tela um fato de família (a descoberta de que seu avô tinha outra família e uma filha com o mesmo nome de sua tia).

A PALAVRA DE FÁBIO

O ROTEIRO FOI CONSTRUÍDO DURANTE MUITO TEMPO. COMECEI A ESCREVÊ-LO EM 2008. SEMPRE ME INTERESSEI POR DEIXAR UM ESPAÇO GRANDE PARA O ESPECTADOR. QUERIA QUE O FILME FOSSE SIMPLES, NÃO ALGO PARA O CIRCUITO ALTERNATIVO, MAS TAMPOUCO ESTRITAMENTE PARA FESTIVAL. DESEJAVA QUE ELE SE COMUNICASSE COM DIFERENTES PÚBLICOS, QUE, POR EXEMPLO, NOSSOS AVÓS PUDESSEM ASSISTIR E SE EMOCIONAR. AO MESMO TEMPO, PROCURO DEIXAR UM ESPAÇO AO ESPECTADOR, PARA ELE COLOCAR ALI COISAS DE SI MESMO
Fábio Meira, cineasta

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DE SEGUNDA A SEXTA–FEIRA – 19h30
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CRÍTICA ESTRANGEIRA

 

PERFORMANCES DISCRETAS E UM VÍVIDO SENSO DE LUGAR TORNAM ESTE UM DRAMA ATRAENTE.
Michael Upchurch, Seattle Times/EUA

O DIRETOR FAZ UM EXCELENTE TRABALHO DE CRIAÇÃO DE UM FILME SUTIL SOBRE ASSUNTOS COMPLICADOS. NO ENTANTO, ELE FAZ TODO O POSSÍVEL PARA EXPÔ-LO DE FORMA EXPLORADA, NÃO CRÍTICA OU DRAMÁTICA
Gabino G. Ocampo, Mundo Estético/Espanha

O FILME JÁ MOSTRA O SEU OBJETIVO DESDE O COMEÇO, JÁ É APRESENTADO O DRAMA NAS CENAS INICIAIS, O QUE GANHAMOS É ESSA EXPERIÊNCIA DE CONTATO LENTA E ORGÂNICA DESSAS DUAS FAMÍLIAS, QUE NOS AJUDA A REFLETIR SOBRE A COMPOSIÇÃO E CONVENÇÕES QUE AINDA EXISTEM E AS QUE NÃO, MAIS SE SUSTENTAM EM NOSSA SOCIEDADE
Paulo Ernest, Cin3fiia/Portugal

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