ENREDO

Alemanha, Frankfurt, 1946. O judeu David Berman e seus seis amigos, só tem um propósito em mente: finalmente sair do País e morar nos EUA. Mas, nos tempos difíceis de crise após o fim da Segunda Guerra Mundial, eles precisam de muito dinheiro para realizar esse sonho. Para isso, encontram apenas uma saída: começar a vender enxovais para mulheres alemãs.

FICHA TÉCNICA

ES WAR EINMAL IN DEUTSCHLAND…
Alemanha/Luxemburgo/Bélgica, 2017
Direção: SAM GARBARSKI
Roteiro: Gabarski/Michel Bergmann, baseado em sua trilogia literária
Elenco: Moritz Bleibtreu, Antje Traue, Tim Seyfi, Mark Ivanir e Anatole Taubman
Fotografia: Virginie Saint-Martin
Montagem: Peter R. Adam
Música: Renaud Garcia Fons
Comédia Dramática de Guerra
102 minutos
14 anos
Mares Filmes

O FILME E O DIRETOR

Adaptação dos dois primeiros livros Es War Einmal in Deutschland, que o escritor alemão–suíço Michel Bergmann transformou em uma trilogia sobre um grupo de vendedores itinerantes judeus, uma exposição de humor melancólico dos judeus que ficaram na Alemanha no período pós-Segunda Guerra Mundial. 5º trabalho de Sam Garbski, 69, de Irina Palm (2007) e Um Bairro Distante (2010). O ator Moritz Bleibtreu veio ao Brasil para lançar o longa.

A PALAVRA DE SAM

ENTÃO, ESTA É UMA ÓTIMA MANEIRA DE MOSTRAR (…) COMO (OS JUDEUS) PODERIAM SOBREVIVER. PORQUE É UMA HISTÓRIA DE UMA PESSOA, QUE É PARTE DA HISTÓRIA MAIOR, MAS AINDA É APENAS UMA HISTÓRIA DE UM HOMEM. EU PODERIA TER COLOCADO CINCO PESSOAS, MAS ISSO TERIA SIDO UM FILME DE CONJUNTO. É, DE CERTA FORMA, MAS AINDA DIGO QUE ESTA É A HISTÓRIA DE DAVI, E ELE E O GRUPO FAZEM PARTE DA HISTÓRIA MAIOR. E EU GOSTO DISSO QUANDO LEIO UM LIVRO: UMA HISTÓRIA MENOR QUE É REALMENTE PARTE DE UMA HISTÓRIA MAIOR
Sam Garbarski, cineasta

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FOTOS

CIDADES E HORÁRIOS

EM EXIBIÇÃO ATÉ ESTA 4ª-FEIRA, 18

DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA – 19h05
SÁBADOS E DOMINGOS – 14h15
RIBEIRÃO PRETO
CINÉPOLIS SANTA ÚRSULA

DE SEGUNDA A QUARTA-FEIRA – 19h30
JUNDIAÍ
CINÉPOLIS JUNDIAÍ SHOPPING

CRÍTICA ESTRANGEIRA

O DIRETOR GARBARSKI, NO ENTANTO, TRANSFORMA ESTA ABORDAGEM EM UM FILME PARCIALMENTE MUITO RÁPIDO COM AÇÃO FICTÍCIA ENRIQUECIDA COM HUMOR LACÔNICO. AO FAZÊ-LO, O EQUILÍBRIO ENTRE DISCURSOS DIFÍCEIS E ÁRIDOS E MOMENTOS TRÁGICOS SEMPRE INTERMITENTES É BEM SUCEDIDO
Björn Schneider, Cineman.ch

AS HISTÓRIAS TOCAM ACORDES TÃO PUNGENTES, ENGRAÇADOS E AMARGOS (…) E, FINALMENTE, BYE BYE ALEMANHA E É SOBRE A VIDA NO LIMBO DE MIGRANTES – COMUNIDADES CHEIAS DE REFUGIADOS QUE SONHAM EM OUTROS LUGARES, NESTE CASO, AMÉRICA E PALESTINA, MAS HOJE É TÃO PROVÁVEL SER A PRÓPRIA ALEMANHA
Lee Marshall, ScreeenDaily/Inglaterra

O FILME, NO CORAÇÃO, É UMA SAUDAÇÃO DE ADMIRAÇÃO PARA OS JUDEUS EUROPEUS QUE OPTARAM POR MANTER-SE ISOLADOS, REPRIMINDO OS DOLOROSOS LEMBRETES DO PASSADO PARA RECUPERAR A SUA PATRIA VIOLADA. SUAS VIDAS PÓS-GUERRA FORAM LARGAMENTE IGNORADAS NA TELA EM FAVOR DE SEUS IRMÃOS EMIGRANTES, O QUE DÁ A BYE BYE ALEMANHA UM FRESCOR NARRATIVO QUE SUPERA SUAS FALHAS
David Rooney, Hollywood Reporter/EUA

CRÍTICA BRASILEIRA

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