ENREDO

Borgonha, região de vinhedos do sul-sudeste da França. Jean (Marmaï) volta ao vinhedo da família após 10 anos de ausência, pois o pai está doente, que morre antes do início da colheita. A vinha é supervisionada pela irmã, Juliette (Girardot), e o irmão mais novo, Jérémie (Civil), está casado com a filha de um dos vinicultores mais prestigiados da região. No espaço de um ano, ao ritmo das estações que se seguem, esses 3 jovens adultos buscam reencontrar a afinidade e a fraternidade, amadurecendo as relações junto com o vinho que produzem

FICHA TÉCNICA

CE QUI NOUS LIE
FRANÇA, 2017
Direção: CÉDRIC KLAPISCH
Roteiro: Klapisch/Santiago Amigorena/Jean-Marc Roulot
Elenco: Pio Marmaï , Ana Girardot , François Civil , Maria Valverde e Jean-Marc Roulot
Fotografia: Alexis Kavyrchine
Montagem: Anne Sophie Bion
Música: Loïc Dury/Christophe Minck
Comédia dramática
113 minutos

O FILME E O DIRETOR

Drama familiar com viés filosófico sobre a existência, 11º longa do francês Cédric Klapisch, 56, realizador de obras notáveis como O Gato Sumiu (1996), Albergue Espanhol (2002), Bonecas Russas (2005), Paris (2008) e O Enigma Chinês (2013). Casado com a atriz Lola Doillon, de A Viagem de Fanny (2016), é ganhador de 20 prêmios, como o Cesar e o Lumière, além do outros obtidos em festivais como os de Berlim, Sidney, San Francisco, Montreal, Karlovy Vary e Sarajevo, entre outros.

A PALAVRA DE CEDRIC

“A PASSAGEM DO TEMPO” FOI O PONTO DE PARTIDA E O FATO DE NÃO PODERMOS FAZER O VINHO RAPIDAMENTE. GOSTEI DA NOÇÃO DE “VINHO DA GUARDA”. TEMOS QUE ESPERAR E A RELAÇÃO COM O TEMPO É MUITO FORTE QUANDO SOMOS VINICULTORES. MAS O VINHO É UM ASSUNTO FALSO, UMA METÁFORA: O QUE ESTAMOS FALANDO É SOBRE A FAMÍLIA COM O PASSAR DO TEMPO E O RELACIONAMENTO COM A NATUREZA. (…) E O CONCEITO DE FAMÍLIA NO SENTIDO GLOBAL (…) TORNOU-SE O TEMA PRINCIPAL DESDE O MOMENTO EM QUE DESCOBRI QUE A HISTÓRIA ERA DESSES TRÊS IRMÃOS E IRMÃS ENTRE 25 E 30 ANOS
Cedric Klapisch, cineasta

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CIDADES E HORÁRIOS

ESTREIA EM 14 DE DEZEMBRO

CIRCUITO A DEFINIR

CRÍTICA ESTRANGEIRA

UMA LONGA REFLEXÃO SOBRE A MATURAÇÃO E OS LAÇOS FRATERNOS. O TÍTULO ORIGINAL, A TRADUÇÃO LITERAL CE QUI NOUS LIE NOS DÁ UMA VISÃO MAIS CONCRETA DO QUE ESTE FILME NOS OFERECE. ELE VEM ATÉ NÓS PARA DIZER “O QUE NOS UNE”
Francisco J. Tejeda White, Moviementarios/Espanha

EM SEU 11º LONGA, CÉDRIC KLAPISCH FALA DO RETORNO DE UM FILHO PRÓDIGO, MAS TAMBÉM DA DIFICULDADE DE HERANÇA, DE PROGRESSO E TRADIÇÃO, DO HOMEM E DA NATUREZA
Sascha Westphal, epdfilm/Alemanha

VAMOS CONCLUIR ESCREVENDO QUE A KLAPISCH NOS OFERECE UM ÓTIMO VINTAGE COM SEU FILME. ELE DEIXA O MUNDO DA CIDADE PARA O CAMPO. ELE NOS OFERECE UMA “SINFONIA PASTORAL” QUE LEVOU UM TEMPO PARA ESCREVER, PARA ENCENAR (COM SANTIAGO AMIGORENA) E REALIZAR. OS ATORES TAMBÉM LEVARAM UM TEMPO, PELO MENOS UM ANO, PARA AS FILMAGENS, AJUDADOS POR AQUELE QUE, GRAÇAS À SUA VINHA, NOS PERMITE VIAJAR PELAS ESTRADAS DE BORGONHA E SEUS GRANDES CAMPOS. UM FILME PARA CONSUMIR SEM MODERAÇÃO!
Charles DeClerk, Cinecure/França

CRÍTICA BRASILEIRA

INÉDITO NOS CINEMAS BRASILEIROS, AINDA NÃO HÁ CRÍTICAS PUBLICADAS NA IMPRENSA