ENREDO

Brasil, 2003. Antes de entrar para uma Universidade americana de prestígio, Gabriel Buchmann decide viajar o mundo por um ano, carregado de sonhos. Depois de dez meses na estrada, ele chega ao Quênia determinado a descobrir o continente africano. Ao chegar ao topo do Monte Mulanje, onde desaparece, inicia-se uma busca desesperada para encontrá-lo.

FICHA TÉCNICA

BRASIL/FRANÇA, 2017
Direção: FELLIPE BARBOSA
Roteiro: Fellipe Barbosa/Lucas Paraizo
Elenco: João Pedro Zappa e Caroline Abras
Fotografia: Pedro Sotero
Montagem: Theo Lichtenberger
Música: Arthur B. Gillette
Drama/Aventura
131 minutos
12 anos
Pagu Pictures/Bretz Filmes

O FILME E O DIRETOR

Segundo longa do carioca Fellipe Barbosa, 36, realizador de Casa Grande (2013), ganhador de 12 prêmios internacionais em 2017, entre eles, 3 no Festivais de Cannes; 2 no Filme Latino-Americano de Lima, Peru; 2 em Toulouse/França (Prêmios do Público e da Crítica); e 2 no Festival Internacional do Rio, Prêmio do Público e Melhor Roteiro. Idealizado e feito como uma homenagem à memória do economista Gabriel Buchmann (1981–2009), colega de escola e amigo do diretor, foi rodado em 4 países do continente africano (Quênia, Zâmbia, Tanzânia e Maláui). Na França, já foi visto por mais de 70 mil pessoas.

AS PALAVRAS DE FELLIPE

GABRIEL NASCEU DAS PERGUNTAS QUE FICARAM NA NOSSA CABEÇA COM A SUA MORTE. PRINCIPALMENTE O MOTIVO QUE O TERIA LEVADO A ABANDONAR O GUIA. QUERIA ENTENDER O SENTIDO DESSA VIAGEM, FAZENDO UM RESGATE. FORAM 70 DIAS NA ESTRADA, EM CAMINHÃO, COM EQUIPE DE 16 PESSOAS, REFAZENDO PARTE DO TRAJETO DELE. A MAIOR PARTE DO ELENCO NÃO É COMPOSTA POR ATORES (…) ESTE É UM FILME DE VIAGENS… UM FILME DE ENCONTROS… MAIS DO QUE FILME DE AVENTURA, COISA QUE ELE TEM, UMA VEZ QUE, EM SUA ESTRUTURA NARRATIVA DIVIDIDA EM QUATRO PARTES, HÁ DUAS DEDICADAS A MONTANHAS
Felipe Barbosa, cineasta

TRAILER

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FOTOS

CIDADES E HORÁRIOS

EM EXIBIÇÃO

JUNDIAÍ
SEGUNDA,  13, E TERÇA-FEIRA, 14 – 19h30
CINÉPOLIS JUNDIAI SHOPPING

SÃO LUÍS
DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA – 19h
CINÉPOLIS SÃO LUÍS SHOPPING

CRÍTICA ESTRANGEIRA

DESENVOLVE A SUA NARRATIVA COM UM AR INESCAPAVELMENTE EMOCIONAL DE AUTENTICIDADE
Sarah Ward, Screen Daily /EUA

A IMAGEM DO JOVEM HOMEM CUJO CORPO SE CONFUNDE POUCO A POUCO COM A NATUREZA É DE UMA INCRÍVEL POESIA
Les Inrockuptibles/França

EM UM NÍVEL, O FILME PODE SER CLASSIFICADO COMO UMA JORNADA DE DESCOBERTA, MAS O QUE APROFUNDA O INTERESSE É COMO BARBOSA CONSTANTEMENTE PEDE AO ESPECTADOR QUE QUESTIONE O QUE SIGNIFICA VIAJAR
Jay Weissberg, Variety/EUA

TRATA-SE UMA HOMENAGEM PERTURBADORA E SINCERA AO AMIGO DESAPARECIDO
Cahiers du Cinéma/França

O GRANDE MÉRITO DE FELLIPE BARBOSA É DE SABER ALIAR A COMPREENSÃO INTELECTUAL AO GESTO DE COMPAIXÃO POR SEU AMIGO FALECIDO QUE O FILME ENCARNA
Le Monde/França

SE DISTINGUE PELA INTELIGÊNCIA DO SEU ROTEIRO
Positif/França

BARBOSA RECONSTITUI MAGISTRALMENTE UMA VIAGEM EMOCIONANTE RUMO À MORTE
L’Express/França

CRÍTICA BRASILEIRA

UMA DAS MELHORES PRODUÇÕES NACIONAIS DO ANO… por PAULA RAMOS
CAINDO NA REAL… por TAIANE MENDES
CELEBRA DE MANEIRA AFETUOSA A VIDA GABRIEL… por PATRÍCIA COSTA